O alto número de casos de Influenza H3N2 no Brasil tem preocupado os profissionais de saúde e órgãos competentes. Assim, para conter a transmissão da doença, precisamos pensar em alguns cuidados.
O que é o H3N2 e como ocorre a transmissão?
O H3N2 surgiu em Hong Kong na década de 1960, mas sofreu uma nova mutação na Austrália. A cepa é chamada de Darwin, pois é o nome da cidade australiana onde ela foi sequenciada.
É facilmente transmitido de pessoa para pessoa, e, assim como o Covid-19, é transmitida através de gotículas expelidas pela tosse, espirro ou fala.
Quais são os sintomas? Como é feito o tratamento?
Os sintomas mais comuns são picos de febre, dor de garganta, tosse, secreção nasal excessiva, dor de cabeça e no corpo e mal-estar intenso. Pode ter ocorrência de vômito e diarreia.
O vírus H3N2 é mais frequente em idosos e crianças. Pessoas com o sistema imunológico comprometido, grávidas e portadoras de doenças crônicas também devem ficar alerta para se prevenir.
Para o tratamento, é indicado que a pessoa doente faça repouso, ingestão de bastante líquido e aposte em uma alimentação equilibrada e leve. O médico também pode recomendar o uso de medicamentos antiviruais e outros que aliviem sintomas de dor e mal-estar – como Paracetamol ou Ibuprofeno. Os casos graves da doença podem necessitar de internação.
Como se prevenir do vírus H3N2?
Para prevenção, é ideal adotar os mesmos cuidados recomendados para prevenir a Covid-19, ou seja, usar máscaras, lavar as mãos frequentemente (ou utilizar álcool em gel) e evitar aglomerações.
Além disso, ao apresentar sintomas dessa gripe, é necessário que a pessoa faça isolamento por até seis dias e só saia de casa após a cessação dos sintomas, principalmente após a normalização da temperatura (em caso de episódios de febre).
